Estivemos ontem no Centro Social S. Martinho de Aldoar, instituição com valências de Apoio Domiciliário, Centro de Dia e Estrutura Residencial para Idosos. Para além das consequências da pandemia (idosos fechados há 14 meses e profissionais esgotados), o principal problema é estrutural e prende-se com a sustentabilidade financeira, já que a comparticipação do Estado tem vindo a diminuir e é hoje de apenas 30% (devia ser mais de 70%).